Arquivos Mensais: Julho 2007

Wittar, originally uploaded by Leandro Damasceno.

 

Esse negócio de scribefire é altamente viciante. Fazer um post no seu blog através dessa ferramenta é, como a propaganda dele diz, “quase fácil demais”. Mas dá pra tirar o “quase” dessa frase aí. É certo que a qualidade dos textos não é proporcional à velocidade dos posts, mas isso agora é o de menos. Deixa eu me divertir um bocado!

Sabe qual é a outra linda ferramenta de internet? You tube. Essa coisa está se revelando cada vez mais como uma fonte de referências essencial. Já é uma fonte de entretenimento audio-visual inesgotável e o principal depósito desse tipo de material que a humanidade já viu. E só tende a crescer.

Eu queria fazer o meu mestrado sobre a variedade do you tube. Ia passar o dia inteiro no site, visitando links e mais links e vendo todos os vídeos possíveis para no final da dissertação dizer: “é uma variedade incrível a que encontramos no you tube”.

Ok, tenho que escrever a matéria de hoje. Não se esqueçam: HQManiacs! Esse é o lugar para saber mais sobre tudo do mundo dos quadrinhos!

Powered by ScribeFire.

Estou testando esse tal de scribefire, que promete ser uma beleza. Se funcionar.

Há algum tempo eu sou colaborador do site HQManiacs, o que é uma felicidade e uma responsabilidade. Quem me conhece sabe o quanto eu gosto de quadrinhos. Poder escrever sobre eles, mesmo que seja só dando notícias, é lindo. Eu passo a ficar por dentro de um monte de coisas que, se dependesse do meu gosto pessoal, eu não saberia e exercito o meu texto todos os dias.

Hoje fiquei sabendo que vou poder postar as minhas notícias sozinho, sem passar pelo crivo prévio dos mantenedores do site. A responsabilidade aumenta e a felicidade também, como é com tudo o que circunda esse trabalho.

De Domingo a Quinta, toda semana, visitem o HQManiacs para saber mais sobre quadrinhos, sobre o mercado, sobre as histórias mais interessantes, sobre os criadores mais legais e leiam os textos produzidos pela nossa equipe. Sim, nossa equipe! Há!

Powered by ScribeFire.

Dante 2, originally uploaded by Leandro Damasceno.

Esse é um dos personagens de uma tirinha que criei. Espero criar vergonha na cara um dia e postar essas tirinhas aqui. São legais. Eu juro que são. Mesmo!

Guarda-costas, originally uploaded by Leandro Damasceno.

Esse é o tipo de guarda-costas que eu gostaria de ter. Se eu tivesse que ter guarda-costas. Ou se eu pudesse pagar por eles.
Eu pagaria por guarda-costas, se eu pudesse, mesmo sem precisar deles. Porque seria legal. E porque eu teria alguém pra conversar quando eu ficasse dois dias sozinho em casa. Por enquanto, quando eu fico sozinho em casa por dois dias, tudo o que posso fazer é desenhar guarda-costas imaginários. E conversar com eles assim mesmo.

Hoje vai rolar aqui um blogging clássico. No nível daqueles que você sempre procura quando ninguém do trabalho está olhando para a tela do seu computador, e é feito apenas por pré-adolescente que escrevem em linguagem própria e falam coisa incríveis do como: “hoje eu fui na casa da Ju, da Má, da Lé e da Pri e fui, tipo, super incrível!”

Eu fui visitar o ensaio de uma banda de amigos.

Deixa eu deixar claro que música faz parte da minha vida tanto quanto oxigênio faz parte da sua. Então poder ver música, especialmente nesse caso, sendo construída é pra mim como deve ser para um pornógrafo participar de uma sessão de bukkake. Privilégio e felicidade!

Não faz muito tempo, fiquei sabendo de um cara, um antigo baixista, que dizia que tinha parado de tocar porque o romantismo da música já era. Porque as músicas agora não tem mais que ser trabalhadas porque já está tudo pronto no computador. Os músicos não precisam mais ouvir um milhão de vezes a mesma música para identificar as notas, porque a internet os dá a partitura de qualquer música em segundos. O que é um raciocínio interessante e uma enorme bobagem. Hoje vi o que é montar uma música no computador. Primeiro o conhecimento técnico necessário fazer o que você quer no programa e não para fazer o que o programa permite. Segundo a infinidade de possibilidades de experimentação que esse sistema permite. E a beleza de se conseguir um produto final coerente, mesmo tendo todas as possibilidades de fazer uma grande bobagem e chamar de “arte”.

Não são as mesmas técnicas dos músicos “românticos”. Mas não são mais certas ou mais erradas. Não são necessariamente mais “modernas” ou mais contemporâneas também, já que as influências vêm de várias épocas e são possíveis em todos os níveis. São técnicas diferentes. É um outro jeito de fazer música. A qualidade do produto final ainda está em quem o produz. Ainda está na subjetividade do ser humano que cria. A máquina pode facilitar, mas — e isso hoje ficou bem claro — sem uma cabeça pensante, ou a cabeça errada, a máquina vira um fantoche sem popeteiro.

Eu ouvi boa música hoje. Grande parte dela feita no computador. E me diverti horrores! Que é o que boa música faz com a gente.

Para você também ouvir, visite o site: http://www.myspace.com/enjoysynthmatic