Por algum motivo, mesmo nessas andanças acadêmicas, tenho me encontrado com vários textos que têm amor como central ou, pelo menos, como motivo para serem. Um dos últimos foi o artigo do Jonathan Franzen, Curtir é para covardes. Vai no que machuca, publicado por aqui num tradução que não gostei, então fiz outra do trecho abaixo. Franzen diz: “Não existe “curtir” a verdadeira essência de cada partícula de uma pessoa. É por isso que uma palavra como curtir é, no final das contas, uma mentira. Mas existe AMAR a verdadeira essência de cada partícula de uma pessoa. E é por isso que o amor é uma ameaça existencial tão grande para a ordem dos tecnoconsumidores: o amor expõe a mentira”.

(a imagem que ilustra esse texto é da sétima edição de Watchmen, de Alan Moore e Dave Gibbons. As partes em que Moore cala a boca e deixa Gibbons trabalhar são sempre as melhores dessa série).

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